Floricultura
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A homenagem através da Coroa
de Flores é muito importante no momento do velório. Além de expressar os
sentimentos de quem a envia, reforça sua presença junto à familiares e amigos
neste momento tão doloroso.
Atendemos o Velório Hospital Central Sorocabana e podemos realizar sua homenagem através do envio
de uma Coroa de Flores.
Somos
uma floricultura especializada em arranjos
para velório como Coroade Flores. Possuímos arranjos, presentes, Coroa de flores entre diversos outros produtos. Venha conferir.
Nossa floricultura nunca
fecha, sendo assim durante 24 horas e em todos os dias do
ano você pode contar com nossa equipe que há mais de 40 anos atende com
eficiência e pontualidade.
Possuímos a forma de pagamento
mais conveniente às suas necessidades (cartão de crédito, transferência bancária,
PIX ou boleto). Faturamos para sua empresa de acordo com suas necessidades.
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pode lhe auxiliar na escolha do arranjo de flores mais adequado para ocasião. Utilize
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Estamos em todo território do brasileiro
para facilitar a entrega do seu produto. Atendemos o Velório Hospital Central Sorocabana e demais localidades da região.
Fique à vontade para escolher algum de nossos modelos abaixo:
Floricultura

R. Faustolo, 1633 - Lapa, São Paulo - SP, 05041-001
O
Hospital Central Sorocabana foi fundado em 1955, pela Sociedade Beneficente de
Socorros Mútuos dos Ferroviários da Estrada de Ferro Sorocabana (EFS). A cada
mês, os ferroviários tinham descontado em seus holerites o valor correspondente
a um dia de trabalho, para gerar fundos destinados à
construção de algumas obras para estes trabalhadores (como escola, clube
esportivo, vilas operárias e o próprio hospital). Essa medida, segundo um dos
autores consultados, servia tanto para suprir necessidades de serviços aos
funcionários quanto para cooptá-los, para evitar maior envolvimento político e
radicalização. Posteriormente, a gestão do hospital passou para a Associação
Beneficente dos Hospitais Sorocabana (ABHS) e, devido à crise financeira e
denúncias de desvio de recursos pelos seus dirigentes, o hospital fechou as
portas.
O
hospital teve seu funcionamento encerrado, contava com a oferta de cerca de 200
leitos de UTI para o Sistema Único de Saúde (SUS), serviço inexistente em
outros hospitais e centros de atendimento da região. Os dados apontam que havia
cerca de 20 mil atendimentos mensais, o que demonstra a importância do Hospital
Central Sorocabana não apenas para os ferroviários e os moradores da Lapa, mas
também da região Noroeste de São Paulo e de cidades adjacentes, já que o local
é próximo à estação de trem e terminal de ônibus, o que facilita o acesso pelo
transporte público.
Desde
o fechamento, o que se tem notícia é que movimentos populares e alguns
parlamentares concentraram esforços na questão jurídica do hospital para
viabilizar sua reabertura, e é possível questionar se este método é o mais
adequado para a situação. Em resumo, este impasse jurídico se dá entre a
prefeitura e o governo estadual. Como o terreno havia sido cedido pelo
governo do estado à época da construção do Hospital Sorocabana, uma das
condições é que o imóvel deveria ser devolvido ao patrimônio estadual, caso o
hospital viesse a encerrar suas atividades. O prédio foi leiloado em 2018, mas
a administração estadual retomou o prédio na Justiça e o cedeu à prefeitura de
São Paulo.
No
período entre 2006 e 2012, houve a instalação de uma Assistência Médica
Ambulatorial (AMA) 24 horas e uma AMA Especialidades no local. Em 2016, foi
também inaugurado um Centro Especializado de Reabilitação (CER). O resultado é
um hospital que, apesar de sua estrutura capaz de atender a uma alta
demanda (cerca de 15 mil atendimentos por mês), se encontra
subutilizado e com serviços de baixa complexidade. Dos sete andares
disponíveis, apenas dois estão ocupados pelos serviços municipais. O prédio
possui espaço e condições para uma reabertura de emergência, posto que,
aparentemente, não há problemas na infraestrutura e seriam necessárias apenas
algumas reformas no sistema elétrico, hidráulico e de ventilação, por exemplo.
A questão é que nem a prefeitura nem o estado tiveram interesse em fazer
investimentos importantes no Hospital. A prefeitura alega que o imóvel voltaria
ao Estado em algum momento (por ser um imóvel cedido), e que não compensaria
aplicar verba municipal nestas condições. O estado, por sua vez, poderia reaver
o imóvel, mas não o faz.
Mesmo
com manifestações em frente ao hospital, aparentemente o foco da luta pela
reabertura do Hospital Central Sorocabana se dava no âmbito parlamentar, como
já mencionado. No cenário da pandemia de coronavírus, essa pauta antiga da
reabertura do Hospital ganhou ainda mais urgência, dado seu potencial de
assistência e espaço disponível para os leitos de UTI em uma das regiões mais
afetadas pela Covid-19 no mundo.
A
história do Hospital Sorocabana é inseparável da história dos trabalhadores
ferroviários da EFS. Porém, na pesquisa feita para a escrita deste texto, não
foi possível determinar se o sindicato atual da categoria participa dos
esforços para a reabertura do hospital. No site da entidade não há
qualquer menção ao hospital, embora o sindicato se reconheça herdeiro das
associações prévias da categoria (entidades essas que mudaram de nome e de
organização à medida em que a empresa passava por alterações). Mesmo que o
hospital tenha sido construído (e mantido) a partir do valor descontado do
salário dos trabalhadores da ferrovia, a burocracia sindical não se pronuncia
sobre a importância social do Hospital Sorocabana para a saúde pública. Não o
faz nem mesmo em meio a uma pandemia grave. Além do descaso permanente para com
a saúde e as condições de trabalho da própria categoria, as sucessivas
diretorias do sindicato se omitem perante a necessidade da reabertura do
hospital que os próprios ferroviários construíram.
No
entanto, não se trata de nenhuma surpresa, já que a política de alinhamento
destes burocratas é notadamente patronal e de controle dos trabalhadores, como
já se pôde verificar em várias oportunidades e a partir de vários relatos de
colegas da ferrovia. A (não) atuação desta cúpula sindical, ainda que com a
ressalva de seu caráter de controle dos trabalhadores, traz à tona um outro
debate importante sobre o sindicalismo brasileiro e o quanto a maioria dessas
entidades seguem essa mesma linha patronal, ou (no melhor dos casos) seguem uma política conciliatória (que, no fundo, apresenta os
mesmos resultados e limites que os patronais).
Um
sindicato realmente atuante não defenderia apenas os direitos da categoria que
representa, mas também articularia suas ações e pautas de forma a abranger o
conjunto da sociedade e criticar profundamente seu modo de funcionamento
exploratório. Além do engajamento pela reabertura do Hospital Sorocabana, por
exemplo, um sindicalismo classista poderia trazer o questiona- mento do porquê
a empresa ter assinado convênio de saúde a seus funcionários (com desconto na
folha de pagamento quando há consultas médicas) se há um Hospital de qualidade
e de referência construído e mantido pela própria base. Poderia denunciar que o
patrimônio desses trabalhadores está inutilizado e que parte dos recursos da empresa
e de seus salários são drenados para a saúde privada, através do repasse ao
convênio médico compulsório. Faria, portanto, uma correlação das lutas dentro
da própria categoria com as pautas de toda a sociedade, como a questão da saúde
pública, neste caso.
Em
uma entrevista coletiva recente, o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB),
anunciou que a prefeitura vai reinaugurar três hospitais na cidade no mês de
junho. São eles o Guarapiranga (zona sul), Brigadeiro (na região central) e o
Sorocabana. Porém, está reinauguração não faz jus ao termo, pois no caso do
hospital Sorocabana, este contará com apenas 60 leitos de enfermaria. O
hospital, que tem cinco andares disponíveis (inclusive para abrigar leitos de
UTI e outros serviços de maior complexidade), só terá essa quantidade pequena
de leitos de enfermaria, nos dois primeiros andares disponibilizados à
prefeitura. Como se trata de um período de calamidade pública, há recursos
jurídicos que poderiam ser acionados para a reabertura integral e imediata do
hospital. Em contrapartida, além de essa medida não ter sido tomada, os
governos gastaram milhões de reais na construção de hospitais de campanha no
município – que se ao mesmo tempo são necessários para o enfrentamento à
Covid-19, por outro lado revelam o problema crônico da saúde pública brasileira
e o quanto que os governos preferiram investir nesses hospitais temporários ao
invés de ampliarem os hospitais já existentes, que teriam uma permanência
posterior à pandemia.
E se
este é, à primeira vista, um problema de “má gestão dos recursos públicos”,
sabe-se que esta análise desconsidera o papel do Estado em uma sociedade de
classes. E, portanto, também coloca em questão se a mobilização popular, que vê
o problema apenas como um impasse jurídico e se confina a uma
luta parlamentar é efetiva, ou se deixa essa pauta à mercê dos interesses
coligados do Estado com os empresários da saúde, que recebem verbas públicas
através das chamadas “organizações sociais” e dos planos de saúde, que
basicamente dependem da deterioração do SUS para se manterem lucrativos.


Há muitas formas de surpreender o seu pai no segundo domingo de agosto. Você pode comprar um presente, preparar um café da manhã ou servir um almoço com todos os pratos que ele ama. Além disso, também vale a pena expressar gratidão, amor e carinho com lindas flores.
Leia MaisO Dia Internacional da Mulher é uma comemoração global celebrada a 8 de março, data reconhecida pelas Nações Unidas em 1975. Este dia especial tem não só o objetivo de homenagear as mulheres, mas sobretudo de sensibilizar para as áreas da sociedade que necessitam de ser melhoradas, em relação à igualdade de género.